quinta-feira, 5 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Grandes fotógrafos
Sebastião Salgado
Sebastião Ribeiro
Salgado Júnior (Aimorés, 8 de
fevereiro de 1944) é um fotógrafo brasileiro reconhecido mundialmente
por seu estilo único de fotografar. Nascido em Minas Gerais, é um dos
mais respeitados fotojornalistas da atualidade.
Annie Leibovitz
Anna-Lou (Annie) Leibovitz (Westport, Connecticut, 2 de
outubro de 1949) é uma fotógrafa estadunidense que se notabilizou por realizar
retratos de celebridades, mas que também já teve seu foco no fotojornalismo;
sua marca é a colaboração íntima de seus retratados, que se rendem a
personagens muito bem criados.
Walter Firmo
Walter Firmo Guimarães da Silva (Rio de Janeiro RJ 1937),
fotógrafo, jornalista e professor. Autodidata, iniciou sua carreira como
repórter fotográfico no jornal Última Hora, no Rio de Janeiro, em 1957.
Alberto Korda
Alberto Díaz Gutiérrez (Havana, 14 de setembro de 1928 —
Paris, 25 de maio de 2001) era conhecido como Alberto Korda. O fotógrafo cubano
se tornou mundialmente conhecido por Guerrillero Heroico, nome dado ao retrato
que fez de Che Guevara.
Evandro Teixeira
Evandro Teixeira, nascido na Bahia, começou sua carreira
como fotógrafo em 1958, no jornal Diario da Noite, no Rio de Janeiro. Em 1963,
ingressou no Jornal do Brasil, onde está até hoje, cobrindo os principais
episódios políticos, sociais e esportivos do país e também eventos marcantes do
cenário mundial.
Fotografia no Brasil
Um dos pioneiros da Fotografia no Brasil foi o pintor e
naturalista francês
radicado no Brasil,
Antoine Hercules Romuald Florence.
Florence, que chegou ao Brasil em 1824, estabeleceu-se em Campinas, onde realizou uma série de
invenções e experimentos. No ano de 1833 Florence fotografou através da câmera escura com uma chapa
de vidro e usou papel sensibilizado para a impressão por contato. Ainda que
totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos
europeus, Niépce e Daguerre, obteve o resultado fotográfico,
que chamou pela primeira vez de Photografie Pela descoberta de Florence, o
Brasil é considerado um dos pioneiros na Fotografia.
O início da fotografia no Brasil não se pode
esquecer do Imperador Dom Pedro II, que foi um fotógrafo apaixonado. O abade
Louis Compte em 16 de
janeiro de 1840
quando aportou no Rio de Janeiro fez uma demonstração à Dom Pedro
II da daguerrotipia (fonte: Jornal do Commercio, de 17 de janeiro de 1840,
Rio de Janeiro). D. Pedro II, possivelmente tenha se tornado o primeiro
fotógrafo com menos de 15 anos do Brasil, quando no mesmo ano de 1840 adquiriu
um daguerreótipo, em Paris.
Augustus Morand , fotógrafo
norte-americano (1815-1862), fez as primeiras
fotos da família imperial do Brasil, isso ainda em 1840.
Alberto Henschel: Retratos de uma negra e um negro, c. 1870.
Novas tecnologias vieram, vinda por imigrantes radicados no
Brasil, por exemplo o colódio úmido. Estúdios de
retratistas se espalham pelas principais cidades brasileiras. O alemão Alberto
Henschel abre escritórios em São Paulo, Recife, Salvador e Rio de Janeiro,
tornando-se o primeiro grande empresário da fotografia brasileira. Nesse
período, também se destacam Walter Hunnewell, que faz a
primeira documentação fotográfica da Amazônia, Marc Ferrez,
que produz imagens panorâmicas de paisagens brasileiras, e Militão Augusto de Azevedo, o primeiro a
retratar sistematicamente a transformação urbana
da cidade de São Paulo. E ainda Victor Frond,
George Leuzinger, August Stahl e Felipe Fidanza.
Álbuns virtuais
Com
a popularização da fotografia digital, surgiram páginas da Internet especializadas
em armazenar fotografias. Desse modo, suas imagens podem ser vistas por
qualquer pessoa do planeta que acesse a rede. Elas ficam organizadas por pastas
e podem ser separadas por assuntos a livre escolha.
Revelação de fotos online
Revelação
de fotos online é o nome vulgarmente dado ao procedimento de envio eletrônico
de arquivos digitais de imagens para processamento e produção de cópias
impressas por empresas especializadas. O termo não é
tecnicamente correto, porque este processo dispensa justamente a etapa
tradicionalmente conhecida como revelação fotográfica, porém, tem sido
largamente incorporado ao vocabulário
popular.
Funcionamento
Na
fotografia digital, a luz sensibiliza um sensor, chamado de CCD ou CMOS, que por sua vez
converte a luz em um código eletrônico digital, uma matriz de números digitais
(quadro com o valor das cores de todos os pixels da imagem),
que será armazenado em um cartão de memória. Tipicamente, o conteúdo desta memória será
mais tarde transferido para um computador. Já é possível também transferir os dados
diretamente para uma impressora gerar uma imagem em papel, sem o uso de um
computador. Uma vez transferida para fora do cartão de memória, este poderá ser
apagado e reutilizado.
A Fotografia na era digital
Fotografia digital é uma imagem digital
obtida por meio de uma câmera
digital. Sendo um arquivo digital, pode, utilizando um computador, ser
editada, impressa, enviada por e-mail ou armazenada em qualquer dispositivo de armazenamento digital.
A
fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que
trabalhavam em localidades distantes - como correspondentes de órgãos de
imprensa - sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição
com a televisão,
houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais
rapidamente.
O sensor de CCD que
substitui o filme nas câmeras digitais.
Fotógrafos em localidades remotas carregariam um minilaboratório
fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100,
a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em
fotojornalismo
e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.
Em
10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão,
de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais
em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade
da imagem melhora.
A
Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de
35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia
"líquida" irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas
qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.
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